sexta-feira, 31 de julho de 2009

A lição das Borboletas

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conformeela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse atravésdaquele pequeno buraco.Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou orestante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpoestava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.Nada aconteceu!Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar...

Um comentário:

  1. Espera-se que o educador possua competência relacional para valorizar a diversidade , mas para que haja competência relacional, faz-se necessário desenvolver um conjunto de habilidades, tais como:
    Ter a consciência que somos todos seres falíveis, frágeis, carentes e que necessitamos de mútua compreensão;
    Acreditar-se que tudo pode ser melhorado ainda que isso não signifique mudar o outro;
    Ter capacidade de colocar-se no lugar do outro, desenvolvendo assim atitudes de solidariedade e capacidade de conviver com as diferenças;
    Oportunizar diálogos e a partir deles promover a interação das vivencias, das histórias, os resignificados de cada um, novos planos e conceitos elaborados a nível eu-tu-nós;
    Administrar conflitos com sabedoria, vendo-os como momentos de crescimento, de aprendizagem, de mudanças, de autoconhecimento, de saber criticar adequadamente e do respeito à diversidade do pensar. Conflitos que resultam em uma das mais nobres atitudes: a HUMILDADE;
    Demonstrar reconhecimento e valorizar o que os educandos fazem de positivo, aumentando-lhes a confiança e demonstrando que eles são notados, percebidos, apreciados e valorizados quando realmente merecem.
    Assim estaremos dando e tendo a oportunidade de crescer, desenvolver e voar......

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